quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

De bandear à Querência!

Nos acordes da guitarra, a saudade aperta,
e campeio na estrada o teu olhar, e por quase nada,
as vistas turvas lacrimejam.

De longe, busco teu olhar na madrugada
bombeio aquele jardim com flores de trevo,
e a porteira aberta rumo às aguadas.

Quero de bandear à Querência.

Onde me espera com teus lábios pitanguiados,
Num sábado ensolarado,
e por isso tenho prudência,

Vou me aprochegando de mansito
Te avisto de longe na janela.
Sei que não és Rapunzel, Anita, ou Cinderela.

Mas é minha prenda, só minha,
que me espera, apesar das mazelas,
como quero-quero de Querência.

Por: Cleber Magalhães Tobias
Com base: De Bandear Querência
Música de Luiz Marenco, Evair Gomes
Juliano Gomes e Fernando Soares.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Sem título - momentaneamente




Quer conhecer uma mulher deslumbrante? Primeiramente tente apropriar-se de suas leituras.




Para situá-los, proponho refletirem sobre a forma como costumamos firmar nossos relacionamentos interpessoais, e a maneira que nos armamos (articulamos) quando decidimos firmar uma aproximação àquelas pessoas que nos interessam, seja profissionalmente ou não.

Suponho que muitos fazem uso da maneira mais confortável, e que de fato nos parece ser, a investigação. Ao invés de ir ao céu, decidimos perguntar como de fato ele é, e nesse disse que disse, nos apropriamos de um pré-conceito, que na maioria das vezes, nos são assegurados por um amigo, de um amigo, de um amigo e que juram fazer o maior sentido.



Pois então lhes asseguro. Essa história aconteceu com um primo do amigo, do amigo, de um amigo meu.



Por isso, passo a contá-la de modo que alerto de antemão, que os ruídos da comunicação e os lapsos de minha memória podem interferir o entendimento e a essência da pequena história.

É uma história atemporal, e o acontecido se passa em um local não definido pelo seu autor, com particularidades de quem a viveu, mas que, no entanto nos trazem alguns ensinamentos universais e, por isso, me proponho a compartilhar assim como aquele amigo o fez.

Antes de irmos à história que revelará o segredo daquela mulher, e que poderá ser o segredo de muitas outras, preciso ainda retomar a situação dos relacionamentos interpessoais a que nos submetemos diariamente, pois isso fará todo sentido no desenrolar do mistério dela(s).

Alguém já ouviu falar em telefone sem fio? Não estou falando em celular ou Iphone, mas sim de uma tradicional brincadeira popular, em que consiste na transmissão de uma informação secreta de pessoa para pessoa, até chegar ao fim da corrente, onde o último deverá falar o que ouviu em voz alta. Como esperado, os ruídos da comunicação alteram o resultado final da informação que outrora fora secreta, e o divertido da brincadeira é ouvir o resultado distorcido da informação.

Bom... o que não é divertido é quando a brincadeira tornar-se realidade.


Para ser claro e objetivo, remeto metaforicamente à esta brincadeira para exemplificar o que temos feito de nossas relações, ou melhor, das relações dos outros, pois assim como um fone sem fio as informações sobre a vida alheia passam, repassam e perpassam este aparelho; e o grande problema não é apenas o telefone, mas a lente do óculos utilizada por cada interlocutor, ou seja, o modo como a vida do outro é reproduzida no seu olhar e remetida adiante pelo telefone.


Logo acima, disse que seria claro e objetivo, no entanto não fui nem um nem outro, por isso, tentarei a partir de agora, falar dela, ou melhor, sobre ela(s).



(volto logo...)

imagem: Hermes-Deus da Comunicação.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

CERRO LARGO: CAPITAL MISSIONEIRA DA FOFOCA






"NA CIDADE DA FOFOCA, TER OPINÃO É TABU".




Em breve... comentários.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Quer saber da minha vida? vai na macumba.
















Não sei se é olho grande
ou se é uma mistura
de inveja e curiosidade
ou então maldade pura




Pra quem gosta de fofoca
pra quem gosta de quizumba
quer saber da minha vida,
vai na macumba, vai na macumba




X-nove em delegacia
que sente alegria em caguetá
a língua se explode no corpo
depois não vale chorá.

(Dudu Nobre)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Momento

Ainda hoje, eu poderia trabalhar até mais tarde,
Mas o que já é tarde... não me anima, assim como o amor e amigos;
Ontem saí com os tais amigos, mas não os encontrei.
Rir é o melhor para o momento, mesmo que só. São fases!

E fases, são como os pássaros.
Te diria: amo você, te juro amor eterno.
E confesso que diria mesmo, mas você não me entende!
Rir é o melhor para o momento,
Nem que não tenha sido o nosso melhor momento,
Ou rio ou lamento

Segue o comentário feito por uma pessoa sobre o texto acima:

"Amor eterno... deve ser tão bom ter um...
que independente do que possa acontecer, o amor existe,
porque ele é eterno!
Onde existe esse amor que tantas pessoas procuram?
Quem sabe não exista!
mas queremos apenas nos sentir bem com um mágico MOMENTO de Amor Eterno.
Pessoas não são eternas. O importante não é um amor eterno,
o importante é um amor sincero,
que simplesmente, exista!"


Meu comentário:

Realmente, quem sabe não exista um amor eterno,
mas defendo a existência de momentos que ficam para a eternidade.
E esse momento sim, dependendo de cada "amor sincero" contido em nós,
torna-se sem dúvida, em um "MOMENTO" eterno.
E foi exatamente o que eu quis dizer ao escrever. MOMENTO DE UM AMOR ETERNO.
Grato pelo comentário, e isso me fez refletir sobre, o que é um amor sincero?